Selo 144

A VERDADE UNILATERAL # Um blog sobre Sociedades Secretas e Falsas Religiões # Com Irmão Ryba, o desigrejado…Amém!!!

Inicial

A noiva nua!

Irmão Ryba (Blog Selo 144)…desigrejado!

Igreja Sem Paredes…(igreja virtual na web)

Parafraseando… Hans Christian Anderson!  do ( imperador  nu!)

“Mas a noiva estar nua irmãos!” Disse o crente leigo desigrejado. “Falou a voz da rebeldia cristã!” Exclamou o pastor; e cochichou para outro o que o crente leigo desigrejado dissera. “ a noiva estar nua!”  correu de boca em boca. “a noiva estar nua!” Bradaram finalmente os irmãos na congregação…Ops!. A noiva ficou envergonhada porque sabia que os crentes desigrejados estavam certos; Mas refletiram: ($)… “o pseudo cortejo nupcial precisa prosseguir, aleluias!”. Puseram-lhe um véu transparente (ecumenismo/família!) e aprumou ainda mais o seu “corpo inebriado” na cama com rosas vermelhas sobre a “piriguete evangélica”, a qual é desejada pelos seus amantes maçons, políticos e Cia!, Em seguida, os promoters religiosos sacros e solenes, continuaram fingindo em manter o manto espiritual que não existe mais. O que restou irmãos, foi apenas a apostasia na igreja no século 21, que pena…desigrejei!…graças a Deus!

Palavra do Adonai (Senhor) irmãos,  misericórdia!…

A noiva nua imagem web

Para a nossa meditação irmãos!

Após cruzar florestas virgens,

Como fazem os bons bezerros

Um bezerro retornou para casa;

Mas uma sinuosa trilha seu rastro deixou

Como todos os bezerros deixam.

Trezentos anos se passaram desde então,

O bezerro está morto, eu acredito.

Mas seu rastro ainda permanece,

E a moral da história está aí.

No dia seguinte o rastro farejado foi

Por um cão solitário que por ali passou;

Então o sábio vaqueiro

Seguindo a trilha por vales e estepes,

Trouxe o rebanho atrás de si,

Como os bons vaqueiros fazem.

E desde então surgiu grande clareira na mata,

Pela velha floresta surge um caminho.

E muitos homens por ela foram e voltaram

E alargaram, arrumaram, ampliaram.

E proferiram palavras de justa ira

Por ser tortuoso tal caminho.

Mas mesmo a contragosto ainda o trilharam,

A primeira trilha daquele bezerro,

Por entre árvores e entre espinhos ficou sinuosa

Pois cambaleava enquanto caminhava.

Este caminho na floresta virou rua,

Que curva, vira e curva novamente;

Esta rua torta virou estrada

De pobres cavalos com suas cargas

Labutando sob o ardente sol

Numa viajem de três milhas e meia.

E assim por um século e um meio

Seguiram nos passos daquele bezerro.

Os anos voaram velozes,

A estrada virou rua de aldeia;

E antes que os homens dessem conta,

Virou avenida congestionada da cidade;

E logo rua central de uma metrópole renomada;

E homens há dois séculos e um meio andaram

Na trilha de um bezerro. a cada dia cem mil

Pessoas seguem o cambaleio do bezerro;

Tal tortuosa jornada vira rota de continente.

Por onde passam cem mil homens

Passou um bezerro, morto há trezentos anos.

E eles ainda seguem o caminho tortuoso,

E perdem cem anos por dia;

E assim prestam tamanha reverência

A tão bem firmado precedente.

A lição moral que isto ensina por mim é pregada;

Os homens são propensos a seguirem cegos

Ao longo das trilhas dos bezerros da mente.

E a trabalhar dia a dia, sol a sol.

Para fazer o que outros homens fizeram.

Eles seguem no rastro batido,

Pela beira e pelo meio, para frente e para trás.

Permanecendo ainda em seus tortuosos caminhos,

Mantendo o caminho que outros fizeram,

Eles fizeram do caminho uma trilha sagrada,

Ao longo do qual suas vidas se movem.

Como sorri o velho sábio deus da floresta,

Ele que viu o primeiro bezerro passar!

Ah! Muitas coisas este conto poderia ensinar –

Mas não sou ordenado para pregar.

– Sam Walter Foss –

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