Irmão Ryba, meados do 1º semestre de 2014 / Araguaína-TO.

Me encontrava em um local a beira mar contemplando a sua imensidão, num tempo muito anterior o habitado atualmente naquela região norte do Brasil. Como sempre, meus dois guias espirituais confabulavam comigo, e me socializaram a história que havia se sucedido ali anteriormente. Fui transportado para uma época da chegada de várias embarcações rústicas de formatos alongados e estreitas com pequenas velas içadas. ( possivelmente há 2738 anos atrás). Vi o mar se afastando, e diante de mim aparecia uma grande extensão de lama até se aproximar daquelas embarcações, de forma que ás mesmas não conseguiam ancorar em terra firme do continente.

Em seguida, fui transportado em espirito até aquela grande frota de embarcações rústicas que se encontravam completamente sujas e fedidas…eu até podia sentir o odor ocre daquelas naus, bem como de sua tripulação maltrapilha e de peles enegrecidas. Certamente, devido o sol causticante do alto mar. Conquanto, sua tripulação possuía cabelos negros e lisos, assim como barbas ralas com fisionomias semíticas. Fui levado até o porão de uma daquelas embarcações, e para meu espanto, vi outros homens e mulheres semelhantes como se fosse escravos do comandante daquela frota estranha.

Toda aquela gente estava faminta, e muitos gemiam doentes deitados no lastro úmido das embarcações. Anciões, mulheres, adultos e crianças suplicavam um pedaço de pão para não morrerem de fome. Naquela viagem muitos haviam perdidos suas vidas em alto mar devido as condições precárias daquela viagem sem retorno. A aparência física e de saúde daquelas pessoas era caótica. Pois aquelas embarcações não ofereciam ás mínimas condições de salubridade, Quiçá, soubesse o que viera a ser isso. O comandante da frota anunciou que todos deveriam deixar as embarcações pois tinham que abastece-las de viveres e outros produtos daquela região, e em seguida retornarem a sua terra de origem. estes  navegantes eram uma espécie de mercadores do mar…mercenários.

Naquele momento todos os soldados das embarcações rústicas, começaram a empurrar aquelas pessoas maltrapilhas e famintas dentro do imenso lamaçal diante das embarcações, porém, muitas ficavam atoladas até o pescoço e outras sumiam dentro da lama. Nisso, anciões daquele povo que estava sendo despejado clamaram por misericórdia e esperasse a maré subir, deixando os barcos próximo da costa para que eles saíssem a nado. O comandante protestou com veemência e alegou que,  se eles tentassem nadar seria devorados por tubarões que infestavam aquele litoral.

Ao ouvirem isso, mulheres e crianças entraram em desespero pois sabiam que suas chances de sobrevivência com a maré alta eram mínimas. Então o comandante resolveu transportar mulheres, velhos e crianças em alguns pequenos barcos de serviço da frota. Em seguida, ao abaixar um pouco a maré, homens adultos eram jogados a própria sorte dentro do mar infestado de tubarões. Todavia, eles tinham uma pequena chance de sobrevivência, nadar até o inicio da lama deixado pela maré baixa, onde a mesma dava na altura de suas cinturas,

Assim, aqueles infelizes tinha que chegar ao lamaçal aos trancos e barrancos, pois dali até a costa, os famintos tubarões não lhes molestaria. Então começou uma luta desenfreada pela vida, homens eram jogados ao mar, infelizmente os que não tinham habilidades em nadar logo era devorados pelos tubarões. Com isso, outros nadadores mais hábeis conseguia chegar até o inicio da lama deixada pela maré baixa e sobreviviam. (meu Deus, que horror!).

Na margem firme o desespero e o clamor pela morte de seus familiares me causava comoção, porém, eu nada podia fazer por aquelas pessoas, era como se eu estivesse assistindo um filme de terror e/ou “O Tubarão Assassino”. Centenas, quiçá milhares de milhares de pessoas retiradas a força das embarcações, morreram ao tentar chegar a costa da esperança. Após aquela cena fatal, as embarcações sumiram em alto mar naquela minha triste visão.

Fui levado novamente acima daquelas pessoas que se encontravam a beira mar. Todas foram deixadas ali naquela costa “Sem lenço e sem documentos” (como diz o dito popular). Pude ver centenas e/ou milhares de anciões, mulheres, jovens, adultos e crianças em prantos rolando ao chão. Suas roupas eram velhas e rasgadas. Assim como todos estavam desnutridos e famintos. Para piorar a situação naquele dia e noite caia uma chuva torrencial. Contudo, muitos ainda tinham forças para procurar abrigos, e providenciar coberturas rústicas de folha de palmeiras nativas para se abrigarem da chuva e do sol na beira mar.

No dia seguinte a fome aumentava entre aqueles infelizes abandonados na beira do mar, conquanto entre os tais, havia homens que tinham habilidades da pescaria, e logo foram para o mar pescar com arpões feitos de varas secas encontradas no lugar. Enquanto isso, os anciões faziam o fogo com gravetos, e as mulheres providenciavam fogueiras para assar (sapecar) os peixes ao natural. (delícia!). Dali em diante a sua principal fonte de alimentação era proveniente do mar, assim como de frutas e raízes comestíveis entraram no seu cardápio diário.  Posteriormente estes passaram também se alimentarem de pequenos animais e aves daquele lugar.

Noutro momento, o tempo se passara como se fosse centenas, e/ou milhares de anos, e aquele pequeno povo que fora abandonado a própria sorte na beira do mar, já era uma grande comunidade vivendo em paz com os seus. Todavia, os viveres de sua cadeia alimentar foram ficando escassos na região, Contudo, através de suas pescarias e caçadas diárias, descobriu-se que aquele lugar o qual foram abandonados era uma ilha banhada pelo mar, assim como pelas foz de dois grandes rios. Assim, a solução encontrada pelos anciões daquele povo foi procurar outros locais para relocar aquela gente no continente ao lado daquela ilha.

Em seguida, presenciei diante de mim centenas e/ou milhares de pessoas a pé como se estivessem de mudança. Havia uma parte daquela ilha cortada por estreitos braços de rios, os quais estavam mais próxima do litoral do continente desconhecido. A maior parte daquele povo foram dispersos na vastidão continental a sua frente, entrementes, mantinham contato com a sua comunidade de origem da beira do mar, pois todos eram parentes. O tempo se passava e eles se multiplicavam por não haver guerras entre si, assim como aquela nova terra ser de propriedade comum e rica em alimentos.

Meus dois guias celestes me disseram que aquela gente viera do outro lado do mundo além amar. Os quais foram deixados nesse continente (grande ilha bíblica?) por terem desobedecidos e se afastados do seu Deus Elohim, o eterno, Os quais adotaram para si um outro deus estranho e sanguinário, o Baal. (hoje, o G.A.D.U. do GOB). Assim, parte destes, bem como de outros seus consanguíneos, o  Adonai os entregou a próprio sorte para viverem bem longe de si, e de sua terra natal Canaã, a terra prometida. Todavia, Ele (Elohim) prometeu que um dia os ajuntaria antes do fim dos tempos para sempre devido a sua promessa dada a Abraão.

Aquele povo vivia sem leis e/ou qualquer tipo de organização formal de governo, transformaram-se em pequenas comunidades lideradas por anciões. No núcleo central de sua origem comunitária da ilha, pude ver construções rústicas de barro e palhas, bem como templos oferecidos ao seu deus Baal e a outros deuses, inclusive (Tupã). Os grupos menores espalhados pelo continente, especialmente as margens dos grandes rios e igarapés, viviam juntos em grandes casarões comunitários de madeira e palha. Todavia, outros viviam separados em pequenas casas, tipo (ocas), todavia, conviviam pacificamente e sempre juntos semelhante ao modo de vida indígena.

Porém, aquele estilo de vida em consonância com o meio ambiente, ficou ameaçado pela chegada de outros povos nesse continente perdido, o qual era considerado pelos seus habitantes primitivos como seu paraíso na terra. Os novos invasores chegaram em grandes navios e armados até os dentes (como diz o matuto!). Suas fisionomias carrancudas, era totalmente desconhecidas para aquele povo simples. Estes navegantes eram também enormes e barbudos, e possuíam peles brancas e olhos claros. certamente (Um dos povos “suevos/visigodos” dos 10 chifres da Besta Fera que subiu do mar) Para aquele povo simples do lugar, era como se estes fossem filhos dos deuses… (selvagens bobinhos!).

Em principio, os novos povos (invasores!) se mostraram amigos daquela comunidade simples e seminua. Contudo, toda aquela afeição foi desfeita de ambos os lados, pois aquela gentalha malvada e “invasora”, começara a tentar mudar os costumes daquele povo simples. Sacerdotes Cristãos que os acompanhavam aquela frota de navios, alegaram que os costumes e o Deus daquele povo, era diferente do Deus do Cristianismo.

E o pior amados, alguns sacerdotes paus-mandados do capitão das Naus, alegavam que a religião destes povos perdidos, era falsa e perigosa para a fé da nação do ilusório “Quinto Império templário Português” no novo continente, Por conseguinte, os tais haviam também encontrado vestígios da língua, rituais e costumes das tribos semitas, bem como dos egípcios (…)  povos abomináveis na visão destes europeus portugueses messiânicos… ao reverso.

Para evitar maiores problemas no futuro, os sacerdotes do povo invasor sugeriram para o representante do rei daquele país (Portugal), destruir qualquer vestígio da religião estranha daquele povo humilde, o qual adorava também um Deus criador do universo (Tupã) na sua simplicidade e conforme o seu entendimento. Em seguida foi dada a ordem para forçar a mudança de valores; morais, de seus costumes, bem como espirituais daquela gente indefesa.

Muitos dos principais líderes daquele povo humilde, foram exterminados sem misericórdia. Sua cultura foi arrasada, bem como seus templos rústicos destruídos por completo, apagando-se qualquer vestígio de uma civilização vinda de outro continente, a qual concorresse com a daqueles europeus sanguinários, invasores da terra que seria no futuro o Brasil. Pasmem!…e ali posteriormente o próprio estado do Maranhão.

Devido a ameaça de seu extermínio, milhares, de milhares daquela gente humilde se dispersaram continente adentro em busca de segurança, assim como de novas terras de bonanças!. E mais uma vez. Aquele povo era perseguido e mortos sem clemencia pelos seus algozes europeus. (visionários messiânicos portugueses).

Este povo invasor viria posteriormente tomar de conta de todo litoral do oceano Atlântico na futura América do Sul. Estas informações me foram repassadas pelos meus dois guias celestes no meu sonho da noite, o qual tentei socializar da melhor forma possível com uma linguagem popular apoiada também na história. Objetivando tão somente esclarecer o tema após dois anos de reflexão das cenas vividas, e através de uma interpretação contemporânea mais aproximada das minhas visões noturnas constantes.

Rota dos Fenicios nas Américas e Brazil…

Imagem de alfabeto posivelmente semita encontrado bem ali, em Carolina -MA.

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