Não me importo se me chamarão de sonhador, eu também não sou o único…

O SONHO DA MISSÃO (revelação)

 Irmão Ryba Lima inicio de 1988 em Araguaína/TO. AD/Cadetins

NÃO EXISTE UMA PONTE PARA O HOMEM ATRAVESSAR O RIO DA MORTE, A NÃO SER PELA PALAVRA DE YESHUA /JESUS O MESSIAS

ILUSTRAÇÃO DA TEMPESTADE DE AREIA QUE VI NO MEU SONHO…

Me encontrava em uma terra deserta, o vento soprava violentamente aquela areia quente no meu rosto…o pó sufocante era levantado ao ar formando uma grande tempestade de areia acima de nós. No caminho encontrava pessoas magricelas e de peles ressequidas pelo sol causticante. Muitas pessoas carregavam cestos sobre suas cabeças, porém os mesmos  só havia alguns punhados de alimentos. Aquelas pessoas famintas andavam em todas as direções daquele lugar mais não encontravam alimentos suficientes para sustentar as suas famílias. A visão era assombrosa, milhares, de milhares de pessoas na beira da estrada gemendo de dor e famintas pedindo um pouco de comida. Crianças e velhos rastejavam ao encontro de qualquer forasteiro que passasse por aquela estrada da morte. Ali, podia se ver centenas de milhares de esqueletos de pessoas e carcaças de animais jogadas ao relento. Eu olhava aquela cena apocalíptica com uma dor profunda dentro do meu peito, pois sabia que aquela gente estavam fadadas a morte cruel causada pela fome.

Nisso uma mulher com uma criança raquítica no colo se aproxima de mim e implora um pouco de alimento para dar a sua criancinha que estava morrendo aos poucos. Então resolvi perguntar o motivo daquela devastação no lugar. A mulher respondeu com horror e lágrimas nos olhos ao se referi a causadora daquela desolação fatal. Disse-me que tudo aquilo estava acontecendo devido uma enorme serpente que habitava no rio ter impedido os campesinos de fazer seus canais de irrigação para produzir alimentos suficientes para o povo, assim como fazer suas pescaria para o complemento de sua dieta diária. A mulher também alegou que na outra margem do rio havia uma terra apropriada para agricultura sem necessitar de irrigação mais a serpente se dizia dona do rio e não deixava ninguém atravessá-lo a margem posterior

 Naquele instantes eu vi alguns homens tentando fazer uma ponte sobre o rio, mas a serpente vinha e destruía tudo apenas com uma rabanada de sua calda fatal e depois se esbaldava em gargalhadas diante das pessoas. Então, de súbito lembrei…quem sabe, possa haver uma ponte mais resistente onde as pessoas pudessen atravessar-la para a outra margem do rio sem perigo. Enquanto divagava em meus pensamentos, apareceu diante de mim duas crianças que flutuavam levemente sobre o chão as quais traziam  uma caixinha de presente na mão. Elas olharam para mim e começaram a dialogar comigo sobre como as pessoas poderiam atravessar aquele rio tenebroso, sem serem molestadas pela serpente bravia e devoradora de homens – Lhes interpelei como assim crianças? – Em seguida elas me levaram até a margem do rio e pediram para que eu entrasse na água, eu temi, pois havia constatado a fúria da cobra dentro d’água diante do povo.

Por fim, criei coragem e desci ás águas até dar nos joelhos – de repente avistei a serpente bem distante, mas a bicha ao me ver na água veio como um foguete para cima de mim. Nesse momento sair em disparada de dentro do rio e as duas crianças ficaram sorrindo sutilmente de mim ao contemplar aquela cena hilária!  – disse, resmungando…crianças!. Então aquelas duas crianças flutuantes olharam seriamente para mim e com toda autoridade de um ancião e me disseram, rapaz de pouco fé – naquele momento, meu Deus! eu não tinha aonde meter o meu rosto e engoli  á seco e cabisbaixo a minha vergonha.

Ao levantar os meus olhos vi as duas crianças flutuando sobre o rio e aquela serpente com parte do corpo e acabeça de fora d’água ás acompanhava furiosa, contudo,  ela não possuia nenhum poder sobre aquelas crianças. Em seguida, as crianças me convidaram para entrar na água novamente….Desta vez eu criei coragem e fui ao encontra delas, ás quais aspergiram  dentro d’água uma porção de uma espécie de pó que havia dentro daquela caixinha de presente.

Naquela parte, o rio era estreito e raso, possivelmente tinha aproximadamente uns 30 metros de largura na altura que adentrei a água dava no meu peito. Ali, a serpente começou a esbravejar palavrões e a se gabar, dizendo: – Eu só deixo atravessar, pescar e fazer canais no rio aquele que eu quero, pois sou a dona deste rio, e aqueles que não são dos meus eu os devoro…ela bufava de raiva e dizia para ascrianças flutuantes…deixa este ai sozinho sem ajuda de vocês para ele ver o que faço com ele. Naquele momento ao ouvir aquelas palavras ameaçadoras me dava calafrios e pavor de estar dentro daquele rio sozinho. As crianças que flutuavam permaneciam caladas enquanto me ajudava a atravessar o rio tenebroso. Mas, misteriosamente me sentia protegido até chegar à outra margem com segurança;

UMA VISÃO ILUSTRATIVA APROXIMADA DO FUTURO REINO DE DEUS NA TERRA COM CAPITAL INTERNACIONAL EM JERUSALÉM…

Ao chegar em terra firme do outro lado do rio, percebi que as duas crianças já não estavam comigo, contudo, me sentia seguro como se estivesse voltando para o lar. Ao caminhar no lugar fui surpreendido por dois personagens com aparências humanas, que me acompanhava na revista da terra. Também percebi que seus corpos brilhavam e a sua presença me trazia uma paz jamais sentida em toda minha vida. – Andávamos por um caminho no meio de uma linda floresta de odor agradabilíssimo e de árvores impressionantemente frondosas e tão diferentes das que eu conhecia na margem desértica da terra . Vi raios luminosos sem calor que deslizavam entre as folhas que caiam sobre a terra deixando a mesma toda iluminada. Nesse ínterim, os meus dois acompanhantes iam me explicando o que havia acontecido com aquele lugar mas não me recordo de todas suas palavras, pois estava extasiado com aquela beleza indescritível. Olhei para cima para ver a origem daquela luz e não vi nenhum sol, todavia, o esplendor do lugar eu não conseguiria descrever com minhas rudes palavras do meu português piegas.

Ao chegarmos em uma clareira mais a frente, avistei uma imensa planície que se estendia por toda parte. Ali a relva  cobria a terra como um imenso tapete verde com pequenas ondulações e em seus vales havia magníficos jardins coloridos de flores perfumadas. Eu estava em êxtase, conquanto,  sendo observado atentamente pelos meus acompanhantes que me deixava tranquilo com seus olhares serenos e compassivos.

Ao nos aprofundamos mais e mais naquela planície sem fim, pude perceber que havia pessoas andando por todos os lados, quanto mais nos adentrávamos iam aparecendo milhares de milhares de pessoas com os semblantes felizes e corpos resplandecentes com suas vestes de luz tão alvos quanto a neve, as quais, nos cumprimentavam alegremente à distância com acenos, e sempre apontavam para mim como se quisessem me dizer algo maravilhoso do lugar, contudo, não lhes era permitido nos  dirigir a palavra.

Eu tive curiosidade em lhes interpelei sobre isso, e meus acompanhantes me fizeram entender que eu ainda não tinha permissão de estar naquela terra maravilhosa. Fiquei chocado naquele momento, pois subtendia que já havia mudado de vida na terra desértica e ressequida. No meu entendimento eu era um cristão “evangélico” (acima de tudo pentecostal!) e já estaria com o meu passaporte carimbado (carteirinha de membro) para o céu pois o meu pastor sempre me falou isso na igreja.

Meus acompanhantes me fizeram entender que para estar ali naquele lugar, cada pessoa teria que passar por um processo de transformação individual com a palavra do Deus YHWH, e não apenas no coletivo como faz a maioria das igrejas cristãs, fiquei perplexo com isso…bocejei intimamente…e agora Yeshua/Jesus! quem poderá ser salvo? Mais adiante avistei um monte que refletia imensos raios de luz para o ar como se fosse de puro ouro. Ao nos aproximarmos daquela visão esplendida eu pude perceber que era uma cidade resplandecente jamais conhecida na terra. Eu quis me aproximar ainda mais e adentrar naquela cidade de luz, porém fui retrucado pelos meus acompanhantes que me relembraram que eu ainda não tinha permissão de andar em suas ruas e apreciar sua linda arquitetura jamais imaginada pelo homem. Perguntei quem era o governante dali, eles me disseram que ele já esteve na terra convidando a humanidade para  participar do seu reino, mais o homem lhe rejeitou e o mataram numa cruz. Naquele momento eu fiquei profundamente revoltado e ao mesmo tempo triste de cortar corações! eu tentei entender como que um ser humano poderia fazer algo assim tão cruel com aquele que lhes estende a mão para salvá-lo da perdição e lhe oferece um lar seguro. Então, meus acompanhantes me disseram que tinham me levado ali para que ao retornar aquela terra desértica e ressequida, falasse para as pessoas das delicias da outra margem do rio que eles avistavam constantemente  apenas de soslaio na igreja cristã. Pois esta é a terra a qual a serpente não deixava ninguém passar para a outra margem do rio para desfrutá-la sem arrendamentos ou posses individuais.

Por conseguinte, eu teria que aceitar a proposta daquelas duas crianças que me mostraram como fazer atravessar as pessoas para a terra produtiva e de delicias infindáveis a qual eu já tinha a resposta para isto. Na minha ignorância espiritual percebi que não teria capacidade de realizar tal obra, e me sentir indigno diante daquela responsabilidade. Meus acompanhantes me olharam profundamente  com olhares compassivos,  apontaram para cidade de luz e disseram-me, .Entenda rapaz! – o nosso rei dos reis irá lhes dar “Forças” e entendimento para vencer todas as dificuldades que porventura  vierem sobre si, assim ele prometeu para você que nunca lhe desamparará na terra, pois enviou o seu Kadosh (Espírito Santo) também para morar em si e consolar os seus escolhidos até ofim.

Eu me vi entre a cruz e o facão amolado!,  pois sabia intimamente que para ter oportunidade de fazer parte daquela terra maravilhosa, teria que ajudar as pessoas famintas à atravessar o rio tenebroso da serpente falante apenas aspergindo aquele pó misterioso, que em principio, era  incompreensível para mim naquela visão. Então eles me disseram que eu deveria voltar a terra desértica e começar a fazer o translado das pessoas à terra boa e agradável para que as mesmas não morressem de fome pelo mundo. Naquele momento sentir um desespero tão grande por ter que deixar aquele lugar seguro, tranquilo e de paz eterna, â voltar a realidade da terra desértica e ressequida onde as pessoas estavam morrendo de fome diariamente.

Então tive uma brilhante ideia e tentei negociar com os meus acompanhantes, uma outra alternativa para que eu pudesse atravessar as pessoas ilesas para aquele lugar de bonanças infindas. A minha proposta era que eu iria procurar uma ponte bem resistente de forma que aquela serpente raivosa não pudesse destruí-la, assim eu poderia ajudar à atravessar o povo para a terra boa. Meus acompanhantes ficaram pasmos com a minha iniciativa, e balançaram a cabeça desapontados depois de tudo que memostraram daquele lugar maravilhoso e de paz!, e mesmo a contragosto, e como se me dissessem vá, e veja você mesmo que não existe pontes seguras para atravessar o rio que leva a vida eterna e me deixaram ir. Ainda envolto em minha ingênua estratégia, quando dei por mim já estava caminhando na margem da terra desértica e ressequida pelo sol abrasador. Na medida que eu vagueava na margem do rio a procura de uma ponte bem fortificada pelo homem, e de tal forma que ela pudesse suportar a fúria daquela serpente arrogante e falante, O tempo ia passando como se fora anos a fios na minha busca desenfreada e não aencontrava se quer uma  bendita pinguela.

Na medida que caminhava na margem do rio, eu avistava as pessoas pescando um peixe aqui, outro peixe ali, que mal dava para alimentar seus familiares. Enquanto isso, a fome  do lugar ia se agravando consideravelmente.Meu desespero aumentava cada vez mais por saber como ajudar as pessoas à atravessar aquele rio, mais não tinha fé suficiente para usar aquele pó misterioso da caixinha de presente (pois achava o mesmo muito simples e banal para tal coisa…Eu queria mesmo era algo palpável, robusto e que me desse segurança na travessia daquela gente sofrida). Intimamente eu sentia que minha busca por uma ponte bem resistente tinha fracassado, pois já se passara muitos anos, e quanto mais eu andava na margem do rio, ele parecia que não tinha fim, oxalá existisse uma ponte segura sobre o mesmo, divagava já em dúvidas…

Cansado e decepcionado com aquela busca ingênua, resolvi voltar, e tentar ajudar à atravessar as pessoas para a terra boa através daquele pó misterioso da caixinha de presente, o qual ás crianças flutuantes me ofereceram como solução para acabar com a  fome do povo. Todavia, me dava calafrios ao lembrar que teria que enfrentar sozinho a serpente no rio da morte, desta feita sem a ajuda das duas crianças que flutuavam sobre as águas no rio da besta fera bravia, a qual se dizia dona do mesmo. Sim! eu temia aspergir aquele pó nas águas turvas para que as pessoas pudessem atravessar seguras ao seu destino de bonança e felicidades! (pensava eu, e se não dé certo hein irmãos?), Contudo, no fundo, eu sabia levemente que aquele pó misterioso, mas muito poderoso, poderia ser a palavra de Deus na sua simplicidade… mas, mas, mas???

A MULHER PESCANDO NO RIO DA SERPENTE…(ilustração da web)

A serpente dona do rio da morte….

 Após anos de frustração a procura por uma ponte segura para atravessar as pessoas para a terra que produz leite e mel…lá estava eu de volta objetivando pegar a passagem apontada no princípio pelas duas crianças desta revelação, quando de repente avistei uma mulher sozinha dentro de uma canoa pescando no rio tenebroso. Avisei-a do perigo de estar ali, implorei para que ela se retirasse da água senão a serpente iria lhe matar. Ela alegou que ou pescava ali, ou seus filhos morreriam de fome, portanto, não tinha escolha. A mulher estava ainda falando quando de uma só abocanhada a serpente a engole até a altura do seu quadril.

Nesse momento aproveito que a serpente estava com a mulher como se tivesse entalada e pulei dentro d’água e começa uma luta feroz entre eu e a serpente. Agarro nas duas pernas da mulher e começo puxá-la para  retirá-la de dentro da boca da serpente e do leito do rio, mais a serpente foi mais astuta, encontrou uma raiz bem forte na margem do rio e fez um laço na mesma, de tal forma que eu não conseguia mais levar a mulher  para cima da ribanceira e pô-la segura em terra seca. Na verdade, eu também queria provocar a morte da serpente asfixiada. Mas a danada da astuta serpente percebeu o meu plano (a bicha parecia gente!)  e se retorcia toda já lhe faltando a sua força devido a falta de ar nos seus pulmões, em seguida sentir que a mulher já inerte começava a se soltar da boca da serpente,contudo, todo aquele esforço foi em vão pois a mulher já estava sem vida.

Quando olhei acima da ribanceira do rio, vi que aquelas duas lindas crianças que flutuavam estavam ali a me observar, incrivelmente estupefatas devido aquela luta corporal frenética, puxa pra cá…puxa pra lá que eu travara com a cobra falante, porém me deixaram lutar sozinho no meu afã de tentar salvar aquela mulher imprudente da morte certa. Percebi que as crianças estavam com aquela caixinha de presente que havia dentro o pó que continha o poder sobrenatural possivelmente um mistério de Deus. Em seguida, elas balançaram suas lindas cabecinhas de cabelos brancos como a neve como sinal de reprovação por aquele ato rude realizado por mim. e em seguida desapareceram daquela cena de luta. Todavia, deixaram cair propositadamente no chão a caixinha de presente que continha o pó poderoso de Deus. Então com humildade (enfim! Aleluias!) peguei aquele pequeno objeto misterioso que cabia na palma da minha mão ,pelo qual eu poderia ajudar atrazer a vida para as pessoas famintas da terra desértica e ressequida.

Dali em diante ao retornar para ajudar as pessoas à  atravessar o rio da serpente assassina e cruel, a minha mente ia se abrindo ao entendimento daquele sonho misterioso, bem como da realidade social, política e religiosa do  mundo. Agora, os meus olhos podem vê o oculto dos segredos dos homens (maçonaria/iluminatis) e suas utopias religiosas. Agora. após 30 anos que andei em busca de uma ponte bem fortificada feita por mãos humanas desiludir. Fui sim, a procura de uma PONTE objetivando encontrar segurança  para ajudar na travessia do povo faminto para a terra de fartura, que se encontra  na outra margem do rio da morte, mas, não ás encontrei em nenhum lugar sobre aquele rio da serpente assassina e arrogante que falava como o homem,

Subtendi que só a palavra de Deus sem enxertos e na sua simplicidade da igreja primitiva do século I. como foi mostrado pelas duas crianças flutuantes através daquele pó da caixinha de presente,  possui o poder de transladar o homem da morte para a vida eterna. Basta tão somente aspergir a mesma sobre ás águas turvas dos rios do pecado cheio de serpentes humanas ferozes, ás quais estão sobre a terra desértica oprimindo a humanidade sem posses e sem igualdade de oportunidades. Só assim queridos cristãos, através da palavra de Deus sem arranjos humanos e na sua simplicidade! poderemos ajudar à atravessar ás pessoas a bela terra prometida que produz leite e mel, acima de tudo, lá emana uma paz indescritível e eterna,pois o espírito do verdadeiro cristão deseja voltar a casa do pai.

(por irmão  Ryba Lima)

Confira carta/resposta enviada ao meu ex-pastor em 1988

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